FID.apresentação
2010 – POR UMA MUSEOLOGIA DO CORPO QUE DANÇA
Em 2010, o FID convida a todos para continuar a pensar e agir “por uma museologia do corpo que dança”, proposta que se iniciou no FID 2007.
Uma museologia do corpo que dança deve levar em conta que seu museu está no corpo, no ambiente, e na memória que a relação entre corpo e ambiente constantemente produz e reformula. Pode-se dizer, então, que esta é uma museologia das transformações, possível a partir das distintas manifestações da memória.
A memória se organiza a partir da permanência-conservação/transmissão-replicação. Quando o corpo dança, realiza materialmente a dança para quem dança e para quem vê dança.
A atividade de dançar, portanto, pode ser lida como a da preservação da memória através da sua construção permanente, fazendo com que a Museologia do Corpo que Dança seja uma museologia sempre viva.
Uma museologia do corpo que dança deve levar em conta que seu museu está no corpo, no ambiente, e na memória que a relação entre corpo e ambiente constantemente produz e reformula. Pode-se dizer, então, que esta é uma museologia das transformações, possível a partir das distintas manifestações da memória.
A memória se organiza a partir da permanência-conservação/transmissão-replicação. Quando o corpo dança, realiza materialmente a dança para quem dança e para quem vê dança.
A atividade de dançar, portanto, pode ser lida como a da preservação da memória através da sua construção permanente, fazendo com que a Museologia do Corpo que Dança seja uma museologia sempre viva.
Vídeos
FID.acontece
Entre os dias 20 de outubro e 03 de novembro, o FID 2010, com o tema “Por uma Museologia do Corpo que Dança” trouxe a Belo Horizonte companhias nacionais e internacionais de grande apelo no cenário da dança contemporânea.
A Praça da Liberdade é um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte e costuma receber gente de todo o mundo, mas a edição do FID 2010 reservou uma visita ainda mais especial.
Quem foi ao Espaço Ambiente assistir “Pieza para pequeño efecto”, da Companhia Contenido Bruto, não teve do que se arrepender. Fabian Gandini e German Cunese discutem com muito bom humor a questão do tempo, do espaço e de sua extensibilidade.

























