Os quatro festivais de dança contemporânea de maior repercussão nacional, que acontecem entre outubro e novembro.uniram-se desde 2005 para incentivar a circulação de companhias nacionais e estrangeiras, compartilhando programas, idéias e recursos.

O circuito inclui quatro capitais (duas do nordeste e duas do sudeste). Uma reunião de estruturas que fortifique as cenas de novos artistas locais, facilite a troca de informação, otimize a circulação de artistas estrangeiros e se comprometa a fomentar a cooperação e circulação de artistas brasileiros entre nossos festivais. Dessa parceria, outras otimizações de custos e projetos já surgiram e continuaram a surgir.
Juntos estes festivais têm potencial de alcance de mais de 60 mil pessoas, com enorme retorno de mídia espontânea. Em cada festival, um recorte curatorial diferente. Em comum, a qualidade das produções e a aposta no que há de mais novo e instigante nas artes do corpo. Numa área artística que se torna cada vez mais ampla e cheia de nuances e novas tecnologias, o Circuito se firma como uma iniciativa que fala diretamente aos formadores de opinião, aos jovens e a todos interessados na vanguarda da arte.
Os quatro festivais têm uma política de ingressos populares e enorme interação com espaços públicos e não-convencionais. O resultado é um público crescente e uma mídia cada vez mais interessada e presente.
O Circuito, além de mostrar o melhor da produção internacional no Brasil, é também a maior vitrine para a circulação da produção nacional. E os festivais que o formam dividem também a tarefa de fomentar a produção dos jovens artistas brasileiros com estréias e projetos de cooperação internacional e formação.
Quatro iniciativas muito diferentes em curadoria e realidades locais, mas que têm em comum o interesse pela experimentação de linguagem, o investimento em novos talentos, na formação de platéias e na cooperação igualitária entre brasileiros e estrangeiros em processos de criação artística.
Uma das ações em conjunto do Circuito de Festivais é aumentar o intercâmbio com a América Latina e a África. Trata-se de uma decisão política e estratégica, de estreitar os laços culturais e de economia da cultura com estes paises.
Está claro para nós o papel estratégico do Brasil como fomentador desse diálogo no nosso continente e com o continente africano.
