

Dia 24 - 21 horas
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Vera
Sala
Uns entre Tantos
Bailarina e
coreógrafa, desenvolve uma pesquisa sobre a
teatralidade como atitude física o corpo
como texto e roteiro de um produto
estético organizado em dança.Uns entre tantos,
solo coreografado e interpretado por Vera, é o
resultado da inquietação e questionamento a
respeito do corpo, esse que ao se expressar como
dança pode re-velar coisas do mundo em que vive.
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Lia
Rodrigues Companhia de Danças
Folia

Dia 25 - 21 horas
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Em 1990, ao fundar sua
própria companhia, iniciou um trabalho de
pesquisa de linguagem desenvolvendo e mantendo um
repertório próprio de criações. Recentemente
Lia Rodrigues foi convidada para coreografar para
o Corpo de Baile do Teatro Municipal do Rio de
Janeiro na temporada de 1997.Folia surgiu de uma
pesquisa da obra de Mário de Andrade e explora
coreograficamente manifestações pertinentes ao
universo da literatura oral e dos ritmos da
cultura brasileira. A coreógrafa usa a bagagem
de dança contemporânea para fazer uma releitura
das tradições populares.
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Musicanoar /
Helena Bastos
Sopa de Serpentes...
5º motivo...

Dia 24
- 21 horas
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Helena Bastos é
coreógrafa-pesquisadora que vem fixando sua
escritura de intérprete-criadora numa
possibilidade de atuação dentro da
dança-teatro. Sopa de Serpentes é um diálogo
da dança com a ciência e a filosofia. Investiga
a hipótese de que a espiral seja a chave de um
padrão de movimento. A espiral é infinita e
está presente tanto no universo, por meio dos
rastros das suas galáxias espiraladas, como no
próprio corpo humano, na formação dos códigos
genéticos, o DNA.
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Marcia
Milhazes Dança Contemporânea
Santa Cruz

Dias 17 e 18 - 21
horas |
Em 1994 Marcia
Milhazes fundou sua companhia e atua como
bailarina e coreógrafa, criando um espaço de
atualização da inteligência artística e a
estabilização de uma consciência criadora
universal. Santa Cruz foi criado a partir de uma
adaptação livre do romance Dom Casmurro (1899)
de Machado de Assis. Sem a intenção de contar a
história literal do romance, o trabalho traz o
relacionamento de três pessoas ligadas por um
forte sentimento de amor, emolduradas em um
espírito religioso que os movem e os levam a um
intrigado desejo de vida. Destaque para o
cenário de Beatriz Milhazes e para a trilha
sonora utilizando cânticos religiosos da cultura
tradicional brasileira. |
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Vincent
Dunoyer/Rosas
Wooster Group /AnnTeresa de
Keersmaeker / Steve Paxton
Three solos for Vincent
Dunoyer

Dias 26 e 27- 21
horas
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Vincent é um
daqueles bailarinos especiais que faz nossas
retinas o perseguirem até o além do horizonte.
Ele já trabalhou com Philippe Découflé, Wim
Vandekeybus, e em 1990 tornou-se membro da
companhia Rosas. Vincent Dunoyer dança Steve
Paxton, Elizabeth LeCompte e Anne Teresa de
Keersmaeker. Cada uma das diferentes
combinações engendrou um método próprio de
trabalho: desde re-escrever uma antiga
coreografia e aprender a se movimentar dentro de
um espaço referencial limitado, até,
simultaneamente, sugerir movimentos e tê-los
permeados pelos do outro. Três solos para
Vincent Dunoyer: três diálogos perfeitos. Um
dos mais preciosos e celebrados momentos da
dança.
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Les Ballets C. de La B.
Hans Van Den Broeck
(They feed we) Eat,
Eat, Eat

Dia 29 - 21 horas
Dia 30 - 20 horas
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Desde 1984 o grupo
se compõe de um conjunto de artistas que se
articula em torno de um núcleo policéfalo.
Lê-se como núcleo: Alain Platel, Hans Van den
Broeck e Koen Augustjnen. Sua composição é
reflexo da sociedade, muito além de outros
grupos contemporâneos. Seus integrantes são
pessoas comuns, e não jovens heróis articulando
uma linguagem moralista, sempre correta e
executando movimentos perfeitos. (They feed we)
Eat, Eat, Eat é uma peça para nove bailarinos.
Entre eles um músico-garçom que, ao servir e
encomendar os pratos, bate também o tempo por
meio de seu órgão e sua bateria, dirigindo os
sentimentos. Um grupo de pessoas sem família,
cujo único ponto comum é o fato de estarem
assentados em cadeiras iguais, cada um aguardando
a sua vez, cada um com seu próprio drama.
Nós comemos, comemos, comemos. É a única
coisa que fazemos aqui.
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Meg Stuart & Gary
Hill/Damaged Goods
Splayed Mind Out

Dias 21e 22 -
21 horas
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Meg Stuart, coreógrafa
consagrada nos circuitos internacionais, tem a
capacidade de falar sobre a indignação e
desconforto perante os desenvolvimentos sociais
que perturbam o mundo atual aids, guerra,
desemprego, rascimo sem se tornar
melodramática ou demasiado politicamente
correta. Em 1994 fundou sua companhia Damaged
Goods.Splayed Mind Out nasceu de uma estreita
colaboração entre Meg Stuart e o
conceituadíssimo videoartista Gary Hill, que
reflete sobre a relação entre o tempo, a
linguagem e a corporalidade em seus videogramas e
instalações. Esta parceria revela a afinidade
efetiva entre seus percursos, uma coreógrafa que
fala a língua das artes visuais e um
videoartista que pesquisa um corpo para seus
experimentos.
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